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NÃO é de hoje que a Coopersol vem passando por dificuldades que se agravam a cada dia, podendo comprometer a continuidade do seu funcionamento se não forem tomadas algumas decisões importantes ...

Contexto
08 de julho de 2018
NÃO
é de hoje que a Coopersol vem passando por dificuldades que se agravam a cada dia, podendo comprometer a continuidade do seu funcionamento se não forem tomadas algumas decisões importantes principalmente em termos de conscientização sobre a necessidade de depositar de forma adequada o material reciclável para ser recolhido pela equipe da cooperativa.

ESSA
situação ficou mais evidente esta semana, com o apelo feito através das redes sociais pela presidente da cooperativa, Maria do Socorro Diniz Pereira, com mensagens à população e aos estabelecimentos comerciais pedindo a colaboração de todos para que separem o material para a entrega, a fim de que o recolhimento possa continuar.

NA MENSAGEM
A presidente da Coopersol afirma que “a mesma passa por um momento de crise correndo o risco até de encerrar esse serviço tão importante para nós e o meio ambiente”.

A RECOMENDAÇÃO
é para que o material reciclável só seja colocado na calçada em momentos que antecedem a passagem do caminhão no dia da coleta, pois segundo a mensagem, “o aumento de catadores particulares, com inúmeros pontos de amontoados de lixos  em vários bairros colocam em risco a saúde da população”.

A PRESIDENTE
da Coopersol informou que nos próximos dias, logo que acabar a Copa do Mundo, novos folhetos com os dias e horários da coleta em cada bairro e no centro da cidade deverão ser distribuídos para que toda a população possa voltar a separar o lixo reciclável e entregar no dia da passagem do caminhão. Quando tiver quantidades maiores as pessoas também podem ligar para a cooperativa no telefone que o caminhão vai buscar.

AFINAL, 
são 20 famílias que dependem da coleta seletiva para sobreviver com um mínimo de dignidade, ganhando uma média de um salário mínimo por mês, quando não recebem menos que isso, sendo que o apoio dos órgãos públicos quase não existe, a não ser da Prefeitura que colabora com o combustível e o pagamento dos motoristas dos três caminhões da cooperativa, como informou Maria do Socorro. (Luiz Ramires)