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Ex-prefeita recorre usando gravações mas juiz nega liminar

Juiz nega à ex-prefeita liminar baseada em gravações

“Em verdade, não está minimamente provado que a gravação telefônica é autêntica, nem que, em sendo verdadeira, o vereador “Macetão” estivesse falando a verdade, ao questionar, maldizer ou incriminar a conduta de outros agentes políticos”. O texto é parte da sentença do juiz da 2ª Vara, Marcos Takaoka, que no dia 26 de fevereiro, quinta-feira, negou liminar em Ação Cautelar Inominada, onde a ex-prefeita Eunice Mistilides Silva pedia a anulação da sessão de julgamento que concluiu pela sua cassação.
Duas gravações de áudio envolvendo o ex-secretário de Planejamento Aldo Nunes de Sá e o vereador André Ricardo Viotto, o Macetão (PSD) foram usadas na petição. Nelas, Macetão tenta obter vantagens, através de negociações para evitar a cassação da ex-prefeita dizendo que poderia fraudar o sorteio para a formação da Comissão Processante que confirmou as irregularidades apontadas na CEI do Lixo. O vereador cita outros vereadores, funcionários da Câmara e o prefeito Pedro Callado que negam qualquer envolvimento no esquema.
O prefeito disse que ficou estarrecido quando soube do conteúdo dos áudios e que tanto o vereador quanto o ex-secretário terão que provar o que foi dito, caso contrário, vão responder na Justiça. Sobre o conteúdo das gravações o prefeito foi taxativo: “é só ver a lógica e ver se corresponde à realidade”.
A Câmara distribuiu nota de esclarecimento afirmando que “o vereador André Ricardo Viotto, ao fazer uma investida intempestiva e irresponsável buscando vantagens pessoais junto ao Poder Executivo e divulgar informações que sabia serem falsas, ofendeu a ética e o decoro parlamentar e deverá responder por seus atos, também, civil e criminalmente, por calúnia e difamação”.
Na quinta-feira à noite, o ex-secretário de Planejamento Aldo Nunes de Sá procurou a Rádio Antena 102 para uma entrevista onde disse que as gravações foram feitas em meados de outubro. Na sua avaliação as denúncias são gravíssimas e precisam ser apuradas. Sobre o assunto o vereador Macetão se manifestou em nota distribuida na tarde de sexta-feira.

02/03/2015

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